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sábado, 30 de maio de 2009

Foi para parar.

Foi como a vida mostrou
Degolou
Talvez solucionou
Adiantou
Navegou nos mares desconhecidos
Parecidos
Perdidos
Divinos
Foi para parar
Não ia começar
Mas ao deitar
Fez-se chorar
Lágrimas de hipócritas
Déspotas
Amarguraram as compotas
E almejaram
Ruir com a inveja e ambição
Os devaneios da vida mudana sem objeção
Como injeção
Em seu sentido contrário
Parecendo um calvário
Foi para parar
Parar de pecar
Assim é possível enxergar
Aquele que vai salvar!

Um comentário:

manzas disse...

Passando para sorver e saborear
Cada letra, palavra, frase, poema ou poesia…
Para ler e ver, este jeito e modo de vida,
O do universo das palavras!
Pensamentos que aludo!
Porque ler, sentir e sonhar
Para muitos… pode dizer nada!
Para outros… o nada pode dizer tudo!

Um fim-de-semana
Cheio de momentos e palavras
De amor e alegria!

-MANZAS-